Fale-nos sobre você.

André Nascimento é educador, músico, palestrante e apaixonado por educação e desenvolvimento humano. Minha trajetória profissional está ligada principalmente ao ensino de Língua Portuguesa e à busca por novas formas de tornar a aprendizagem mais significativa para os estudantes. Ao longo da minha caminhada, tenho me dedicado a estudar temas como educação, tecnologia, neurociência e afetividade no processo de aprendizagem. Acredito que a educação precisa dialogar com o mundo contemporâneo e com a realidade dos alunos, por isso procuro desenvolver projetos, palestras e conteúdos que estimulem uma visão mais criativa, humana e inovadora do ensino. Sou formado em Letras pela FENORD (Fundação Educacional Nordeste Mineiro) de Teófilo Otoni em 2004, pós-graduado em Educação Inclusiva e Especial pela FASG (Faculdade São Gabriel da Palha), possui capacitação profissional em Neurociência e Aprendizagem com ênfase em Psicanálise. Estudou violão popular no Conservatório de Música de Teófilo Otoni.

Fale-nos sobre o seu livro, o que o motivou a escrevê-lo?

Meu livro nasce justamente dessa inquietação com o modelo tradicional de ensino. Ao longo da minha experiência em sala de aula, percebi que muitos alunos se sentem desconectados da escola e do processo de aprendizagem. Isso me motivou a refletir sobre novas possibilidades para a educação. O livro reúne ideias, reflexões e experiências que mostram como é possível pensar a educação de maneira mais aberta, criativa e conectada com a realidade atual, valorizando aspectos como a tecnologia, a música, a emoção e a construção de vínculos no processo educativo.

Como analisa a questão da leitura no país?

A leitura ainda é um grande desafio no país. Apesar de existirem muitos esforços de escolas e professores, ainda enfrentamos dificuldades relacionadas ao acesso, ao incentivo e à formação de leitores desde a infância. Muitas vezes a leitura é apresentada apenas como obrigação escolar, e não como experiência de descoberta, prazer e ampliação de mundo. Acredito que precisamos aproximar os jovens da leitura por meio de estratégias mais conectadas com seus interesses, utilizando diferentes linguagens, mídias e temas que façam sentido para eles.

Novos projetos em pauta?

Sim. Tenho trabalhado no desenvolvimento de novos projetos voltados à educação e à formação de professores e estudantes. Entre eles está a ampliação da palestra “Educação Fora da Caixa”, além da criação de conteúdos digitais e cursos que discutem inovação na educação, aprendizagem significativa e novas metodologias de ensino. A ideia é levar essas reflexões para mais educadores e contribuir para uma transformação positiva no ambiente escolar.

Uma pergunta que não fizemos e que gostaria de responder?
Uma pergunta interessante seria: “Qual é a educação que você acredita para o futuro?”
Acredito em uma educação mais humana, criativa e conectada com a vida. Uma educação que desenvolva não apenas conteúdos acadêmicos, mas também pensamento crítico, empatia, criatividade e autonomia. O futuro da educação passa por compreender que aprender é um processo que envolve emoção, curiosidade e sentido. Quando conseguimos despertar isso nos estudantes, a aprendizagem deixa de ser obrigação e passa a ser descoberta.

Link para o livro:
https://wakeditora.com.br/produto/neuroescola-os-novos-rumos-da-educacao/

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