Somando mais de 400 mil exemplares vendidos, autor é um dos mais queridos e celebrados pensadores brasileiros

“É com esses cacos de memória, pedaços de nós mesmos, que se escrevem romances, estórias infantis, poesia, lendas, mitos religiosos, utopias. Nietzsche dizia que só amava os livros escritos com essas memórias, escritos com sangue. E Guimarães Rosa dizia a seus leitores que, para se ser escritor, é preciso conhecer a alquimia do sangue do coração humano. Ler um livro escrito com sangue é participar de um ritual antropofágico.

– Rubem Alves

Parte de um imenso legado literário, a obra O velho que acordou menino, do escritor e psicanalista brasileiro Rubem Alves, ganha nova edição. Autor com mais de 400 mil exemplares vendidos, o livro retorna ao mercado com projeto gráfico repaginado e conteúdo revisto. Importante nome nas áreas de educação, teologia e psicanálise, Alves é um dos pensadores contemporâneos mais celebrados e já conquistou o 2º lugar na categoria Contos e Crônicas no Prêmio Jabuti de 2009 com a obra Ostra feliz não faz pérola.

Para Rubem Alves, as memórias mais vivas são aquelas que visitam as pessoas sem serem chamadas, as que estão guardadas dentro de cada um, mas pertencem ao mistério do tempo: vêm quando querem, e trazem sabores, sons, rostos e sentimentos que pareciam esquecidos. É a partir desta ideia que ele revisita a própria infância e compartilha as memórias na obra O velho que acordou menino, transformando lembranças em literatura.

Ao narrar as próprias vivencias, o escritor oferece a chance de leitores e leitoras voltarem a ser criança por algumas horas e ouvir histórias que parecem ter sido escritas com pedaços da própria vida. No decorrer dos textos, Alves revisita os quintais de Minas Gerais, as casas repletas de vozes e as histórias ouvidas em volta do fogão a lenha. Para além de falar sobre o passado, o autor convida cada um a reencontrar a própria criança interior, aquela que ainda é capaz de se maravilhar com as coisas simples da vida.

Atemporais, as obras de Rubens Alves provocam quem as lê a refletirem sobre a condição humana, o papel transformador de uma educação libertadora, o amor e, até mesmo, o conceito de Deus. Mesmo após 10 anos do próprio encantamento – como ele preferia chamar a morte –, os ensinamentos do escritor continuam inspirando. O legado literário de Rubem Alves conecta a essência da humanidade com a sabedoria que apenas os grandes mestres sabem oferecer, lembrando que o prazer é que dá sabor à vida, e de que a sabedoria, quando vivida plenamente, é a mais deliciosa das aventuras.
 

FICHA TÉCNICA

Título: O velho que acordou menino

Autor: Rubem Alves
ISBN: 978-85-422-3812-9

272 páginas

R$69,90

Editora Planeta | Selo Paidós

SOBRE O AUTOR

Rubem Alves (1933-2014) foi um pedagogo, educador, poeta, cronista, contador de histórias, ensaísta, teólogo, acadêmico, escritor e psicanalista brasileiro. Querido e celebrado por seus escritos, deixou um imenso legado literário. Dentre suas obras, foram publicadas pelo selo Paidós, da Editora Planeta: Rubem Alves essencial – 300 pílulas de sabedoriaAo professor, com carinho e Ostra feliz não faz pérola, esta última tendo conquistado o 2º lugar na categoria Contos e Crônicas no Prêmio Jabuti de 2009.

SOBRE O SELO PAIDÓS

Criado na Argentina em 1945, quando dois professores universitários decidiram publicar Carl Gustav Jung pela primeira vez no país, o selo Paidós passou a integrar o Grupo Planeta em 2003, chegando ao Brasil em 2020. Hoje conta com mais de 2 mil títulos lançados na Espanha e em países da América Latina. De origem grega, a palavra “paidós” significa “criança” e, assim como o espírito questionador dos pequenos, o selo tem como objetivo discutir e buscar perguntas certeiras para algumas das principais questões da humanidade com base em obras de psicologia, psicanálise, psiquiatria, neurociência e outras áreas de ciências humanas para o público geral. No Brasil, o selo conta com nomes como Christian Dunker, Contardo Calligaris, Ana Suy, Alexandre Coimbra Amaral, Geni Núñez, Alexandre Patricio, Rubem Alves, Irvin D. Yalom, Erich Fromm e Silvia Ons.

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