
HELIANTO NEGRO: POESIA QUE NASCEU NO RAP GANHA VIDA EM LIVRO DE DIDIMETAMORFOSE, LANÇADO PELA EDITORA TAMBA-TAJÁ. VENCEDOR DO EDITAL PNAB Pelotas. Pelotas, RS — Agosto de 2025 — A Editora Tamba-Tajá acaba de lançar Helianto Negro, obra inaugural do poeta e rapper Didimetamorfose. O livro materializa décadas de voz poética cantadas pelas ruas do Rio Grande do Sul, transformando rimas de batalha em versos que desafiam a página escrita.
A TRAJETÓRIA: DA PRAÇA DA LIBERDADE AO PAPEL Nascido na comunidade Areal em Pelotas, Didimetamorfose começou a escrever suas histórias aos 13 anos pela Praça da Liberdade. Seu primeiro som gravado aos 15 anos anunciava o que hoje se consolida em Helianto Negro: uma poesia que transita entre a urgência do Rap e a permanência da literatura. O livro é fruto de uma travessia artística, impulsionada por duas residências artísticas criativas, em que o artista descobriu na palavra escrita uma extensão natural de seu flow. Descobrir que a poesia escrita era também sua expressão natural abriu novos horizontes. Um poder que se manifesta no impacto imediato da música e na permanência reflexiva da escrita, reflete o autor.
O SIMBOLISMO: UM GIRASSOL QUE CRIA PRÓPRIA LUZ O título não é acaso. Helianto Negro apropria-se do nome científico do girassol (Helianthus) para erguer uma metáfora de autonomia e resistência negra. Nas palavras do poeta: Não busco refletir o sol alheio. Crio minha própria luz. Sou o girassol negro orientado por um sol interno, espalhando autenticidade na arte. A obra funde autobiografia e ancestralidade, com poemas que mantêm a cadência contundente do Rap, mas dialogam com saraus, performances e a arte marginal que pulsa nas periferias gaúchas.
POR QUE HELIANTO NEGRO É ESSENCIAL EM 2025? – Ponte entre oralidade e escrita: Transforma a energia do Rap em poesia gráfica, sem perder a potência performática. – Raízes autobiográficas: Narra a periferia de Pelotas com crueza e beleza, expondo dores, alegrias e insurgências. – Resistência estética: Desafia cânones ao unir linguagem marginal e literatura, refletindo a pluralidade da arte brasileira.
INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA – Livro: HELIANTO NEGRO –
Autor: Didimetamorfose (Didi) – Editora: Tamba-Tajá –
SOBRE A EDITORA TAMBA-TAJÁ: A editora investe em vozes que transformam tradições em arte contemporânea. Seu nome reflete o compromisso com narrativas que, como a planta amazônica, enraízam-se na resistência e florescem como amuletos de identidade.
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Paulista, escritor e ativista cultural, casado com a publicitária Elenir Alves e pai de dois meninos. Criador e Editor da Revista Conexão Literatura (https://www.revistaconexaoliteratura.com.br) e colunista da Revista Projeto AutoEstima (http://www.revistaprojetoautoestima.com.br). Chanceler na Academia Brasileira de Escritores (Abresc). Associado da CBL (Câmara Brasileira do Livro). Já foi Educador Social e também trabalhou por 18 anos no setor de Inclusão Digital na Cidade de S. Paulo, numa rede de solidariedade que desenvolve ações de promoção da vida em várias partes do país e do mundo, um trabalho desenvolvido para pessoas em situação de vulnerabilidade e exclusão social. Participou em mais de 100 livros, tendo contos publicados no Brasil, México, China, Portugal e França. Publicou ao lado de Pedro Bandeira no livro “Nouvelles du Brésil” (França), com xilogravuras de José Costa Leite. Organizador do livro “Possessão Alienígena” (Editora Devir) e “Time Out – Os Viajantes do Tempo” (Editora Estronho). Fã n° 1 de Edgar Allan Poe, adora pizza, séries televisivas e HQs. Autor dos romances “Jornal em São Camilo da Maré” e “O Clube de Leitura de Edgar Allan Poe”. Entre a organização de suas antologias, estão os títulos “O Legado de Edgar Allan Poe”, “Histórias Para Ler e Morrer de Medo”, “Contos e Poemas Assombrosos” e outras. Escreveu a introdução do livro “Bloody Mary – Lendas Inglesas” (Ed. Dark Books). Contato: ademirpascale@gmail.com



