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Sinopse: Há décadas, e já ninguém sabe ao certo quantas, o mundo como o conhecemos foi destruído pelo que — por falta de definição mais precisa, e de tempo — foi classificado pelas mídias e pelos governos extintos como uma “pandemia global sem precedentes”. Das cinzas do nosso mundo, ergueu-se um novo, povoado por gangues sem lei, por sobreviventes brutais, por pequenas e tirânicas cidades-estados, e pelos filhos da Praga, criaturas mutantes e retorcidas, cuja sede só saciam com sangue.
Davi viveu protegido desse mundo, até seus dez anos de idade, no coração da mata que os homens — horrorizados, supersticiosos — batizaram de Floresta das Aberrações. Cresceu ao lado da mãe, Lupina, sendo eles dois os únicos habitantes de uma rústica aldeia abandonada há muitos anos: um emaranhado de casebres de madeira e telhados de sapé, pontilhado por ervas daninhas e cercado por uma grande paliçada de toras. O que sabe sobre o mundo, leu nos livros amarelados que encontrou pela casa ao longo dos anos. Na Floresta não crescem frutos nem vive gado de nenhum tipo, sendo seu solo amaldiçoado; e a comida que comem, traz de carroça um misterioso estrangeiro, a respeito do qual o garoto não sabe nem o nome. Ele passa trancado no quarto os dias em que o têm sob seu teto, enquanto mamãe e o homem conversam coisas de adulto e fecham negócio.
Tudo muda no dia em que Lupina se recusa a deixar o sujeito atravessar os portões da aldeia e, de revólver em punho, ordena-lhe que lhe dê a carroça, a comida e os cavalos, e que nunca mais volte. No dia seguinte, mãe e filho partem em direção ao Outro Mundo — selvagem e sem lei — rumo à cidade-estado de Túlio, onde mamãe diz jazer sua única esperança de sobrevivência e futuro, naquele mundo que lhes é hostil e avesso, dado sua origem e seu sangue. Mas antes precisam atravessar o ermo, vencer a longa e solitária estrada, e os desafios mortais e as criaturas que a espreitam, luta que Lupina já lutou no passado e perdeu, embora jamais fale sobre isso.

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