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Sinopse: Há décadas, e já ninguém sabe ao certo quantas, o mundo como o conhecemos foi destruído pelo que — por falta de definição mais precisa, e de tempo — foi classificado pelas mídias e pelos governos extintos como uma “pandemia global sem precedentes”. Das cinzas do nosso mundo, ergueu-se um novo, povoado por gangues sem lei, por sobreviventes brutais, por pequenas e tirânicas cidades-estados, e pelos filhos da Praga, criaturas mutantes e retorcidas, cuja sede só saciam com sangue.
Davi viveu protegido desse mundo, até seus dez anos de idade, no coração da mata que os homens — horrorizados, supersticiosos — batizaram de Floresta das Aberrações. Cresceu ao lado da mãe, Lupina, sendo eles dois os únicos habitantes de uma rústica aldeia abandonada há muitos anos: um emaranhado de casebres de madeira e telhados de sapé, pontilhado por ervas daninhas e cercado por uma grande paliçada de toras. O que sabe sobre o mundo, leu nos livros amarelados que encontrou pela casa ao longo dos anos. Na Floresta não crescem frutos nem vive gado de nenhum tipo, sendo seu solo amaldiçoado; e a comida que comem, traz de carroça um misterioso estrangeiro, a respeito do qual o garoto não sabe nem o nome. Ele passa trancado no quarto os dias em que o têm sob seu teto, enquanto mamãe e o homem conversam coisas de adulto e fecham negócio.
Tudo muda no dia em que Lupina se recusa a deixar o sujeito atravessar os portões da aldeia e, de revólver em punho, ordena-lhe que lhe dê a carroça, a comida e os cavalos, e que nunca mais volte. No dia seguinte, mãe e filho partem em direção ao Outro Mundo — selvagem e sem lei — rumo à cidade-estado de Túlio, onde mamãe diz jazer sua única esperança de sobrevivência e futuro, naquele mundo que lhes é hostil e avesso, dado sua origem e seu sangue. Mas antes precisam atravessar o ermo, vencer a longa e solitária estrada, e os desafios mortais e as criaturas que a espreitam, luta que Lupina já lutou no passado e perdeu, embora jamais fale sobre isso.
Paulista, escritor e ativista cultural, casado com a publicitária Elenir Alves e pai de dois meninos. Criador e Editor da Revista Conexão Literatura (https://www.revistaconexaoliteratura.com.br) e colunista da Revista Projeto AutoEstima (http://www.revistaprojetoautoestima.com.br). Chanceler na Academia Brasileira de Escritores (Abresc). Associado da CBL (Câmara Brasileira do Livro). Já foi Educador Social e também trabalhou por 18 anos no setor de Inclusão Digital na Cidade de S. Paulo, numa rede de solidariedade que desenvolve ações de promoção da vida em várias partes do país e do mundo, um trabalho desenvolvido para pessoas em situação de vulnerabilidade e exclusão social. Participou em mais de 100 livros, tendo contos publicados no Brasil, México, China, Portugal e França. Publicou ao lado de Pedro Bandeira no livro “Nouvelles du Brésil” (França), com xilogravuras de José Costa Leite. Organizador do livro “Possessão Alienígena” (Editora Devir) e “Time Out – Os Viajantes do Tempo” (Editora Estronho). Fã n° 1 de Edgar Allan Poe, adora pizza, séries televisivas e HQs. Autor dos romances “Jornal em São Camilo da Maré” e “O Clube de Leitura de Edgar Allan Poe”. Entre a organização de suas antologias, estão os títulos “O Legado de Edgar Allan Poe”, “Histórias Para Ler e Morrer de Medo”, “Contos e Poemas Assombrosos” e outras. Escreveu a introdução do livro “Bloody Mary – Lendas Inglesas” (Ed. Dark Books). Contato: ademirpascale@gmail.com